Homenagem de estudante de design a Steve Jobs

Jonathan Mak colocou silhueta de Jobs na maçã da Apple. Ator Ashton Kutcher usou imagem no seu perfil no Twitter. Ler mais deste artigo

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Jobs queria biografia para que os filhos o conhecessem

Walter Isaacson divulgou trecho de livro, que sai dia 24, na revista ‘Time’. Escritor conta que se emocionou na última vez que se despediu de Jobs. Ler mais deste artigo

Apple chega a ser a maior do mundo pela 1ª vez

Companhia chegou a passar o valor da Exxon Mobil no pregão desta terça. Há 15 meses, grupo tornou-se o maior do mundo na área de tecnologia.

Pela primeira vez em seus 35 anos de história, a Apple chegou a ocupar o posto de maior empresa do mundo em capitalização de mercado. Por volta das 13h23 (no horário de Nova York, 14h23 de Brasília) desta terça-feira, o valor total das ações da fabricante de dispositivos móveis e computadores chegou a US$ 341 bilhões, superando o valor da companhia petrolífera Exxon Mobil.

Com a variação do valor das ações durante o pregão, a Exxon e a Apple se alternaram na liderança, mas a liderança acabou, ao final do dia, com a petrolífera valendo US$ 339,91 bilhões contra US$ 338,71 bilhões da fabricante do iPad.

A liderança veio por conta da crise no mercado americano, instaurada após o país ter tido dificuldades para se livrar de uma ameaça de calote e ter a nota de sua dívida pública rebaixada pela agência de classificação de risco Standard and Poor’s. Como resultado, as ações da Exxon tiveram uma queda mais acentuada que as da Apple.

Há apenas 15 meses a Apple assumiu a liderança entre empresas de tecnologia, superando a Microsoft. À época, o mercado avaliava a companhia de Steve Jobs em US$ 222 bilhões. Antes disso, quando Steve Jobs retornou ao comando da empresa, em 1996, a Apple era dada como uma empresa prestes a desaparecer.

O sucesso recente da Apple está atrelado ao bom desempenho da companhia no setor de dispositivos móveis. O iPad, lançado no início de 2010, recriou o mercado de tablets, que havia surgido dez anos antes mas sem alcançar relevância. Entre os smartphones, o iPhone enfrenta a concorrência de aparelhos com sistema operacional Android, do Google, mas segue como o modelo mais vendido.

A empresa registra valorização de 13,24% neste ano, 39,55% nos últimos 12 meses e 434% nos últimos cinco anos.

Nokia perde em smartphones para Apple e Samsung

Apple vendeu o recorde de 20,3 milhões de iPhones no 2º trimestre.
Já a Samsung comercializou 19 milhões de smartphones no período.

A Apple e a Samsung puseram fim aos 15 anos de liderança da Nokia nas vendas de smartphones no segundo trimestre, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (29).

A Nokia dominava o mercado de celulares inteligentes desde que lançou o modelo Communicator, em 1996. No entanto, a concorrência das duas rivais mais próximas e uma queda nas vendas derrubaram a empresa do primeiro para o terceiro lugar no trimestre passado.

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A Apple vendeu o volume recorde de 20,3 milhões de iPhones no segundo trimestre. Já estimativas de analistas mostravam que a Samsung teria comercializado 19 milhões de smartphones no período, bem acima das 16,7 milhões de unidades vendidas pela Nokia. O grupo sul-coreano se beneficiou da forte demanda por aparelhos equipados com o Android, do Google. “A linha Galaxy, da Samsung, se mostrou popular, especialmente o modelo S2, um dos mais caros”, disse Neil Mawston, analista da Strategy Analytics.

Smartphones crescem
A Strategy Analytics estima que o mercado de celulares inteligentes tenha crescido 76% no trimestre em termos de volume, ante o mesmo período em 2010. A ABI Research foi um pouco mais cautelosa em sua estimativa, calculando alta de 62% para o segmento.

O crescimento do mercado global de celulares também desacelerou no segundo trimestre, acompanhando as vendas de modelos básicos, que caíram pela primeira vez em sete trimestres, decorrente da contenção de gastos dos consumidores, informou nesta sexta-feira (29) o grupo de pesquisa IDC.

Segundo o IDC, embora as fortes vendas de smartphones tenham crescido 11,3% ano a ano, somando 365,4 milhões de aparelhos, o resultado representa desaceleração ante o avanço de 16,8% visto no primeiro trimestre.